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	<title>Arquivo de Doenças e sintomas - Blog Viva Bem por Qualfarma</title>
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	<title>Arquivo de Doenças e sintomas - Blog Viva Bem por Qualfarma</title>
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		<title>CID Z765: o que significa a sigla médica? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Qualfarma]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 10:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar na sigla médica em questão? Explicamos agora o que ela representa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Classificação Internacional de Doenças (CID) é um sistema adotado mundialmente para padronizar diagnósticos médicos. Dentre os inúmeros códigos existentes, a <strong>CID Z765</strong> é um que gera curiosidade e dúvidas. Neste artigo, vamos esclarecer o que ele representa e sua relevância no contexto da saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é CID Z765?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.who.int/standards/classifications/classification-of-diseases" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CID</a> Z765 refere-se a &#8220;<strong>Pessoa em Simulação de Doença</strong>&#8220;, ou seja, indivíduos que fingem ou exageram sintomas de uma enfermidade sem uma causa médica identificável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse comportamento não é necessariamente ligado a transtornos mentais, mas pode estar associado a diversas motivações pessoais ou sociais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entendendo a simulação de doenças</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A simulação de doenças é <strong>um comportamento no qual uma pessoa finge, exagera ou induz sintomas físicos ou psicológicos sem uma condição médica que os justifique</strong>. Esse fenômeno pode ser motivado por diversos fatores, incluindo ganhos financeiros, evasão de responsabilidades ou necessidade de atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas antes de mais nada, é extremamente importante diferenciar a simulação de doenças à qual se refere a CID Z765 de outras condições, como transtornos factícios, quando a pessoa também finge sintomas, mas o faz por necessidade psicológica de assumir o papel de doente, sem ganhos externos óbvios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como profissionais de saúde identificam a simulação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais de saúde utilizam uma <strong>combinação de avaliações clínicas, histórico médico e, às vezes, exames complementares</strong> para descartar condições reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, para identificar a CID Z765, geralmente é feita uma avaliação cuidadosa para distinguir sintomas reais e simulados sem prejulgar o paciente, incentiva-se a honestidade por meio de uma comunicação mais empática e, dependendo do caso, o paciente pode ser direcionado para apoio psicológico ou psiquiátrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a CID Z765 destaca a importância de compreender comportamentos que envolvem a simulação de doenças. De todas as formas, reconhecer e abordar esses casos com sensibilidade, promovendo a saúde e o bem-estar tanto do indivíduo quanto da comunidade, é essencial. Se houver suspeita de simulação, portanto, procure orientação profissional para que soluções adequadas sejam encontradas. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O que é lipedema: dos sintomas aos tratamentos</title>
		<link>https://www.qualfarma.com.br/vivabem/o-que-e-lipedema/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Qualfarma]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 11:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já imaginou uma condição de saúde que causa um acúmulo anormal de gordura? Ela existe.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Já pensou em uma condição médica crônica que causa um acúmulo anormal de gordura, principalmente nas pernas e braços? Pois essa condição existe e se chama lipedema, acredita? Compreender <strong>o que é lipedema</strong>, portanto, é essencial para identificar possíveis sintomas e buscar o tratamento adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, discutiremos detalhadamente o que é essa condição, como ela se manifesta e as opções de tratamento disponíveis para lipedema, ajudando você a reconhecer eventuais sinais e buscar o apoio necessário para melhorar sua qualidade de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é lipedema?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://sbacv.org.br/lipedema/#:~:text=O%20lipedema%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a,sinta%20dores%20nas%20%C3%A1reas%20afetadas.">Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV)</a>, o lipedema é uma condição vascular crônica caracterizada pelo acúmulo anormal de gordura subcutânea e inchaço – e isso principalmente nas pernas e, em alguns casos, nos braços.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa condição é mais comum em mulheres – principalmente em momentos puberdade, gravidez ou menopausa – e muitas vezes é confundida com obesidade, varizes ou retenção de líquidos, mas possui características distintas. O lipedema pode causar dor, sensibilidade ao toque e, em estágios avançados, até problemas de mobilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas comuns do Lipedema</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Distribuição assimétrica de gordura:</strong> a gordura se acumula principalmente nos quadris, coxas e pernas, dando uma aparência desproporcional ao corpo;</li>



<li><strong>Dor e sensibilidade:</strong> as áreas afetadas são dolorosas ao toque e podem apresentar hematomas com facilidade;</li>



<li><strong>Edema:</strong> inchaço que pode piorar ao longo do dia, mas normalmente não afeta os pés;</li>



<li><strong>Progressão: </strong>a condição tende a piorar ao longo do tempo, especialmente se não for tratada adequadamente.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar o lipedema?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Há algumas opções de tratamentos e uma série de cuidados que devem ser tomados em relação ao problema. Conheça-os a seguir.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Tratamento conservador</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento conservador para lipedema inclui várias abordagens para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Entre essas abordagens, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>drenagem linfática manual</strong>, uma terapia que ajuda a reduzir o inchaço e melhorar a circulação linfática, proporcionando alívio significativo;</li>



<li>O <strong>uso de meias de compressão</strong>, medida altamente recomendada para ajudar a reduzir o edema e proporcionar alívio da dor;</li>



<li><strong><a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem/beneficios-da-atividade-fisica/">Atividade física</a> de baixo impacto</strong>, como caminhar, nadar e andar de bicicleta – alternativas fundamentais para melhorar a circulação e reduzir o inchaço; </li>



<li>Manter uma<strong> dieta balanceada</strong> para ajudar no controle do peso e na redução da inflamação, contribuindo para o bem-estar geral do paciente.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">2. Tratamento médico</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento médico do lipedema frequentemente inclui a lipossucção específica para essa condição, um procedimento cirúrgico que remove a gordura anormal acumulada. Quando realizado por um cirurgião experiente, o procedimento pode ser&nbsp; bastante eficaz – além de seguro, claro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda, terapias de compressão avançada, como o uso de aparelhos de compressão pneumática intermitente, também podem ser indicadas para casos mais graves, ajudando a reduzir o inchaço e melhorar a circulação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Apoio psicológico</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O apoio psicológico é uma parte essencial do tratamento do lipedema devido ao impacto emocional que essa condição pode causar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aconselhamento e a terapia são recomendados para ajudar pacientes a lidar com os aspectos psicológicos do lipedema, proporcionando suporte emocional e ajudando a desenvolver estratégias de enfrentamento eficazes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Educação e suporte</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A educação e o suporte também desempenham um papel vital no manejo do lipedema.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participar de grupos de apoio permite a troca de experiências e fornece um ambiente de suporte emocional entre pessoas que enfrentam desafios semelhantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, educar-se sobre o que é lipedema e os métodos de tratamento disponíveis, além de tudo que envolve a condição, empodera os pacientes a tomar decisões informadas diante da condição crônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, o lipedema requer uma abordagem multidisciplinar e personalizada para que os sintomas possam ser amenizados, envolvendo profissionais de saúde que vão de cirurgiões a nutricionistas e psicólogos. Fazendo o acompanhamento correto, a melhora da qualidade de vida e bem-estar das pessoas com lipedema é bastante viável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas claro: é preciso buscar a orientação médica adequada e seguir o plano de tratamento adequado para isso, ok?</p>
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		<title>Antialérgico que não dá sono: opções para não prejudicar seu dia</title>
		<link>https://www.qualfarma.com.br/vivabem/antialergico-que-nao-da-sono/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Kroll]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 08:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para você controlar suas alergias sem sonolência – ou seja, seguindo seu dia normalmente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Especialmente quando você precisa manter a produtividade durante o dia, as alergias podem ser um grande inconveniente. Com isso, muitas pessoas dependem de um <strong>antialérgico que não dá sono</strong> para aliviar os sintomas, já que muitas alternativas ainda podem causar sono e acabar com um dia de trabalho ou lazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas já faz um tempo que há uma luz no fim do túnel: existem opções que permitem o controle das alergias sem prejudicar suas atividades diárias. Neste artigo, reunimos alguns exemplos de medicamentos que podem ajudar você a manter a sua rotina sem interrupções e, ainda, comentaremos alguns dos antialérgicos que, sim, dão sono.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são antialérgicos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antialérgicos, ou anti-histamínicos, <strong>são medicamentos usados para tratar reações alérgicas</strong>. Eles atuam bloqueando os receptores de histamina no corpo, reduzindo sintomas como coceira, espirros e coriza. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses medicamentos são amplamente utilizados para tratar condições como rinite alérgica, dermatite e alergias sazonais – como as causadas pelo pólen durante a primavera, por exemplo –, entre outras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que muitos antialérgicos dão sono?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos antialérgicos tradicionais, especialmente os chamados de primeira geração, causam sonolência <strong>porque atravessam a barreira hematoencefálica e afetam o sistema nervoso central</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São medicamentos como a difenidramina, a clorfeniramina e a hidroxizina, que são eficazes para as alergias, mas são sedativos; com isso, não são ideais para quem precisa se manter alerta durante o dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual antialérgico que não dá sono?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Felizmente, os <strong>antialérgicos de segunda geração</strong> foram desenvolvidos para minimizar a sonolência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São medicamentos que têm menos probabilidade de atravessar a barreira hematoencefálica, o que reduz significativamente os efeitos sedativos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos comuns incluem a<strong> loratadina, a cetirizina e o cloridrato de fexofenadina</strong>, componentes eficazes no alívio dos sintomas alérgicos sem comprometer a vigília e a produtividade diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba um pouco mais sobre cada opção a seguir.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Loratadina: uma opção confiável</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A loratadina é um dos antialérgicos mais populares que não causa sonolência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Disponível em diversas marcas e formulações, ela é amplamente usada no Brasil e recomendada por profissionais de saúde. A loratadina é eficaz no tratamento de sintomas alérgicos e é bem tolerada pela maioria das pessoas, com um baixo risco de efeitos colaterais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cetirizina: eficácia e conforto</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A cetirizina é outra excelente opção para quem busca alívio dos sintomas alérgicos sem sonolência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora algumas pessoas possam sentir um leve cansaço, a maioria dos usuários não experimenta sonolência significativa. A cetirizina é eficaz contra uma ampla gama de sintomas alérgicos, incluindo os causados por alergias sazonais e perenes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fexofenadina: eficácia com menos efeitos colaterais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O cloridrato de fexofenadina é conhecido também por sua eficácia e por ter um perfil de efeitos colaterais ainda mais favorável do que outros antialérgicos de segunda geração. O risco de sonolência, afinal, é muito baixo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o melhor: Allegra ou Histamin?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto o Allegra (cloridrato de fexofenadina) quanto o Histamin (maleato de dexclorfeniramina) são antialérgicos eficazes, mas atuam de maneiras diferentes e têm perfis de efeitos colaterais distintos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal diferença entre ambos, porém, é que um o Allegra é de segunda geração e o Histamin, de primeira.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, o Allegra não causa sonolência e é ideal para quem precisa se manter alerta durante o dia; o Histamin, por outro lado, pode causar sedação e ser melhor para uso noturno.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos costumam ser indicados para tratar sintomas de rinite alérgica, alergias sazonais, dermatites, entre outras condições.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A escolha entre Allegra e Histamin, portanto, depende das suas necessidades</strong>. Se você precisa de um antialérgico que não cause sonolência, o Allegra é a melhor opção. Se busca alívio rápido e pode lidar com a sonolência, o Histamin pode ser adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual dá mais sono: Loratadina ou Histamin?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">​​Entre Loratadina e Histamin, <strong>o Histamin é mais propenso a causar sonolência</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque, como comentamos anteriormente, o Histamin é de primeira geração e tem alta probabilidade de causar sonolência e sedação. É um medicamento útil para tomar durante a noite, antes de dormir, por exemplo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a Loratadina tem baixo risco de causar sonolência, ou seja, não interfere na capacidade de se manter alerta. Por outro lado, pode ser menos eficiente que o Histamin.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">E qual antialérgico que dá muito sono?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um antialérgico que é conhecido por causar muita sonolência é o <strong>Hixizine</strong> – ou <strong>cloridrato de hidroxizina </strong>–, normalmente indicado para alergias de pele.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>difenidramina</strong>, que pode ser encontrada nas pastilhas Benalet, por exemplo, também costuma dar bastante sono e trata uma variedade de sintomas alérgicos, o que inclui rinite e alergias do trato respiratório.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambas as opções, portanto, são de primeira geração e capazes de induzir ao sono. Com isso, tome apenas antes de dormir. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores dúvidas de quem sofre de alergias é se é <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem/rinite-ou-sinusite/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rinite ou sinusite</a>. Confira nosso guia e saiba como diferenciá-las de uma vez por todas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe antia​​lérgico sem corticóide e que não dá sono?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem procura um antialérgico sem corticóide e que não causa sonolência, uma excelente opção é o próprio <strong>Allegra</strong> – ou cloridrato de fexofenadina, para dizer o nome do composto diretamente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer forma, ao escolher um antialérgico, é importante considerar fatores como a gravidade dos sintomas, a frequência das alergias e a resposta individual ao medicamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento para garantir que você está usando o medicamento mais adequado para o seu caso específico, combinado?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, vale lembrar que antialérgicos de segunda geração estão amplamente disponíveis em farmácias de todo o Brasil, tanto em lojas físicas quanto online, e os preços podem variar dependendo da marca e da forma de apresentação do medicamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já sabe qual antialérgico que não dá sono é o mais adequado para você, conheça as opções disponíveis pelo Qualfarma para analisar e comprar.&nbsp;</p>
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		<title>Asma ou bronquite? Saiba diferenciar as doenças respiratórias</title>
		<link>https://www.qualfarma.com.br/vivabem/asma-ou-bronquite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Kroll]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 12:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Identificar se você tem asma ou bronquite pode ser desafiador, mas os sintomas dão a resposta.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que a tosse persistente pode ser um sinal de <strong>asma ou bronquite</strong>?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender as diferenças entre essas condições respiratórias é essencial para obter o diagnóstico e tratamento corretos. A seguir, vamos conhecer os sintomas, causas e estratégias para que você possa respirar tranquilamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber se tenho asma ou bronquite?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Identificar se você tem asma ou bronquite pode ser desafiador, pois ambas as condições afetam os pulmões e podem ter sintomas semelhantes. No entanto, existem diferenças importantes entre as duas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas da asma incluem, principalmente, falta de ar, tosse chiado e aperto no peito. Já os sintomas da bronquite, que pode ser aguda ou crônica, envolvem tosse que produz muco, fadiga, falta de ar, desconforto no peito, febre baixa e calafrios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adiante, conhecemos melhor ambas condições.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é asma?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a definição da <a href="https://sbpt.org.br/portal/espaco-saude-respiratoria-asma/">Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia</a>, a asma é uma doença crônica comum das vias aéreas ou brônquios (tubos que levam o ar para dentro dos pulmões) causada por inflamação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Suas causas podem ser genéticas ou ambientais e, infelizmente, ela não tem cura – embora seja possível fazer a “manutenção” dos sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A asma causa os seguintes sintomas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de ar ou dificuldade para respirar;</li>



<li>Sensação de aperto no peito ou peito pesado;</li>



<li>Chiado no peito;</li>



<li>Tosse.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas variam durante o dia, podendo piorar à noite ou de madrugada, ou mesmo com atividades físicas. Os sintomas também variam bastante ao longo do tempo: às vezes podem desaparecer sozinhos mas, por não ter cura, a asma permanece &#8220;ativa&#8221; no organismo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é bronquite?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A bronquite também é uma inflamação dos brônquios, canais que conduzem o ar inalado até os alvéolos pulmonares, <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/bronquite/">segundo o Portal Drauzio Varella</a>. A doença se instala quando os cílios que revestem o interior dos brônquios param de eliminar o muco presente nas vias respiratórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Causada por vírus ou contato com poluentes – como a fumaça do cigarro, por exemplo –, a bronquite pode ser aguda ou crônica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das causas, uma das principais diferenças entre os dois tipos de bronquite consiste na duração e agravamento das crises. Na bronquite aguda, as crises são mais curtas e passam em questão de semanas; na crônica, por outro lado, os episódios podem até persistir por meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto na forma aguda como na crônica, a tosse é o principal sintoma da bronquite. Outros sintomas incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de ar;</li>



<li>Chiado ao respirar;</li>



<li>Febre e calafrios.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Semelhanças entre asma e bronquite</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A asma e a bronquite são condições respiratórias que compartilham várias semelhanças, especialmente no que diz respeito aos sintomas e ao impacto nas vias aéreas. A seguir, veremos as principais semelhanças entre os sintomas das doenças respiratórias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tosse</strong>: ambas as condições podem causar tosse persistente. Na asma, a tosse pode ser mais noturna ou desencadeada por exercícios, enquanto na bronquite (especialmente na aguda), a tosse é frequentemente produtiva (com muco);&nbsp;</li>



<li><strong>Falta de ar</strong>: tanto a asma quanto a bronquite podem causar dificuldade para respirar;</li>



<li><strong>Chiado no peito</strong>: um som sibilante ou assobiando ao respirar é comum em ambas as condições;</li>



<li><strong>Aperto no peito</strong>: sensação de compressão ou dor no peito pode ocorrer em ambos os casos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sofre de hipotensão? Saiba <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem/o-que-e-bom-para-pressao-baixa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o que é bom para pressão baixa</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando devo procurar um médico para saber se tenho asma ou bronquite?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Você deve procurar um médico se estiver apresentando sintomas respiratórios persistentes ou preocupantes que possam indicar asma ou bronquite. Considere ir até o hospital mais próximo se algum dos seguintes sintomas persistirem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Falta de ar frequente</strong>: se você está frequentemente sem fôlego ou se a falta de ar está piorando;&nbsp;</li>



<li><strong>Tosse persistente</strong>: se você tem uma tosse que dura mais de três semanas, especialmente se estiver produzindo muco;</li>



<li><strong>Chiado no peito</strong>: se você ouve um som sibilante ao respirar, especialmente se isso ocorrer frequentemente ou interferir nas atividades diárias;</li>



<li><strong>Aperto ou dor no peito</strong>: sensação de compressão ou dor no peito, especialmente se for frequente ou intensa;</li>



<li><strong>Desconforto respiratório noturno</strong>: sintomas que pioram à noite ou que acordam você.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que cada pessoa pode apresentar diferentes sintomas, portanto, consulte um médico sempre que julgar necessário ou, ainda, antes de ir para um hospital, faça uma consulta via telemedicina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, confira perguntas bastante frequentes sobre o tema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual é pior: asma ou bronquite?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Determinar qual condição é &#8220;pior&#8221; entre asma e bronquite depende de vários fatores, incluindo a gravidade dos sintomas, a frequência das crises, a resposta ao tratamento e o impacto na qualidade de vida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambas as condições têm suas particularidades e podem variar significativamente de pessoa para pessoa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como saber se a tosse é asma?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Identificar se a tosse é causada pela asma pode ser desafiador pois a tosse pode ser um sintoma comum a várias condições respiratórias. No entanto, a tosse associada à asma tem algumas características específicas que podem ajudar a diferenciá-la de outras causas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tosse persistente;</li>



<li>Piora à noite ou pela manhã;</li>



<li>Está associada a exercício ou esforço físico;</li>



<li>Reação a alérgenos e irritantes;</li>



<li>Chiado no peito;</li>



<li>Falta de ar e aperto no peito.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre asma e bronquite asmática?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A principal diferença entre as duas condições é que a asma é uma doença crônica com sintomas persistentes e a necessidade de manejo contínuo, enquanto a bronquite asmática pode ser uma manifestação aguda ou episódica que ocorre em pessoas com asma, geralmente desencadeada por uma infecção ou exposição a irritantes.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como detectar asma e bronquite?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Detectar asma e bronquite envolve uma combinação de avaliação clínica, exames físicos e testes diagnósticos específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a asma, o processo diagnóstico começa com uma revisão detalhada do histórico médico do paciente, incluindo sintomas como falta de ar, chiado no peito, tosse persistente e aperto no peito que podem ser desencadeados por fatores como alérgenos, exercício físico, ar frio e infecções respiratórias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a bronquite, o diagnóstico também começa com a revisão do histórico médico, onde sintomas como tosse produtiva (com muco), falta de ar, fadiga e desconforto no peito são avaliados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em ambos os casos, é crucial consultar um médico para uma avaliação completa pois um diagnóstico preciso é fundamental para o tratamento eficaz e o manejo adequado das condições respiratórias.</p>
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		<title>Rinite ou sinusite? Guia completo para tirar essa dúvida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Kroll]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 17:47:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aqui você encontra algumas respostas sobre essas condições de natureza inflamatória. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sintomas que podem se confundir e tratamentos que podem ser parecidos. Para muitos brasileiros é comum se perguntar: será que é <strong>rinite ou sinusite?</strong> Com isso, decidimos esclarecer as diferenças entre as duas condições de forma bem prática, incluindo explicações sobre possíveis tratamentos e medidas de prevenção. Vamos lá responder às suas principais questões de uma vez por todas?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é rinite?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A rinite é uma condição caracterizada pela <strong>inflamação da mucosa nasal</strong>, podendo ser alérgica ou não alérgica, sazonal ou perene – ou seja, que se mantém presente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na rinite alérgica, o problema pode ser desencadeado por fatores como pólen, poeira e pelo de animais, entre outros. Já na rinite não alérgica, as mudanças bruscas de temperatura, o fumo e a poluição estão entre os principais causadores de uma crise.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas de uma crise de rinite?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas de uma crise de rinite incluem:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Congestão nasal e coriza;</li>



<li>Espirros frequentes;</li>



<li>Coceiras no nariz, olhos, ouvidos e garganta;</li>



<li>Lacrimejamento dos olhos;</li>



<li>Dificuldade para respirar;&nbsp;</li>



<li>Sono de baixa qualidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada um desses sintomas pode variar em intensidade e duração, dependendo de pessoa para pessoa e da exposição aos alérgenos ou fatores irritantes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é sinusite?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A sinusite pode ser classificada como aguda, quando os sintomas duram até quatro semanas, crônica, quando a inflamação persiste por mais de 12 semanas, ou recorrente, quando ocorre várias vezes ao longo do ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente da rinite, a sinusite é a <strong>inflamação das mucosas dos seios da face</strong>, região formada por cavidades ósseas ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa condição pode ser classificada como aguda ou crônica e ser causada por diferentes razões, como agentes infecciosos, fatores alérgicos ou anomalias estruturais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como é uma crise de sinusite?&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma crise de sinusite caracteriza-se por sintomas que podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Congestão nasal e dificuldade de respiração;</li>



<li>Secreção nasal espessa e descolorida;</li>



<li>Diminuição do olfato e paladar;</li>



<li>Fadiga e mal-estar geral;</li>



<li>Tosse constante;</li>



<li>Dor de ouvido;</li>



<li>Febre;</li>



<li>Dor de cabeça e pressão no rosto – especialmente ao redor do nariz, olhos e testa.</li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading">Como saber se tenho rinite ou sinusite?</h1>



<p class="wp-block-paragraph">Distinguir entre rinite e sinusite pode ser complexo: ambas compartilham sintomas bem semelhantes. Porém, <strong>a principal diferença está no local da inflamação: a rinite afeta a mucosa nasal, enquanto a sinusite ocorre nos seios da face.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, você só precisa lembrar que a a rinite tem mais associação com espirros e coceira no nariz e nos olhos, enquanto a sinusite é frequentemente acompanhada por dor facial significativa, secreção nasal espessa e até mesmo febre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo caso, somente avaliações médicas podem ajudar no diagnóstico preciso para saber o melhor tratamento a ser feito. Exames de imagem também podem ser necessários.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Rinite ou sinusite causa falta de ar?&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto a rinite como a sinusite podem levar à dificuldade respiratória devido à congestão nasal – o que pode levar à sensação de falta de ar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer forma, há pesquisas que indicam uma correlação entre as duas condições e a asma, o que culmina em um sinal de alerta para o problema. Uma falta de ar mais grave – acompanhada por outros sintomas como chiado no peito, por exemplo – pode indicar condições adicionais como a asma. Nesse caso, uma avaliação médica se faz ainda mais necessária.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Rinite e sinusite dá febre?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A febre geralmente não é um sintoma comum em casos de rinite. Por outro lado, na sinusite, há mais chances de surgir uma febre de moderada a alta – e isso especialmente em casos de sinusite aguda e sinusite bacteriana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer que seja a razão, a febre indica a necessidade de buscar avaliação médica para um diagnóstico preciso e indicação de um tratamento adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É asma ou bronquite? Saiba como identificar cada uma das condições respiratórias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é bom tomar para sinusite e rinite?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além da automedicação não ser o mais indicado, saiba que tratamentos eficazes envolvem combinação de medicamentos e mudanças no estilo de vida. Confira as possibilidades a seguir.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento para rinite e sinusite&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento para a rinite e para a sinusite vai variar conforme a causa e a gravidade dos sintomas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a rinite, podem ser recomendados <strong>anti-histamínicos, corticosteroides nasais e lavagens nasais com solução salina</strong>. Em casos de rinite alérgica, a <strong>imunoterapia alérgeno-específica</strong> também pode ser recomendada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para a sinusite, o tratamento pode incluir <strong>analgésicos, descongestionantes, corticosteroides nasais, descongestionantes, vaporizações e até antibióticos</strong> em casos de infecções bacterianas. Aplicação de <strong>compressas mornas no rosto</strong> podem também colaborar para o alívio dos sintomas. Em casos mais graves de sinusite, <strong>procedimentos cirúrgicos</strong> podem ser recomendados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente, saiba que a automedicação deve ser evitada e a orientação médica é essencial para escolher o tratamento adequado.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Medidas de prevenção da rinite&nbsp;</h4>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Identifique os alérgenos aos quais você é suscetível:</strong> e evite a exposição a eles. Esses alérgenos podem ser ácaros, pólen, mofo, pelos de animais, entre outros.&nbsp;</li>



<li><strong>Controle a qualidade do ar dentro de casa: </strong>quando o ar estiver muito seco, use purificadores de ar;</li>



<li><strong>Faça limpezas regulares na casa:</strong> sem esquecer de usar capas antiácaros para colchões e travesseiros e lavar a roupa de cama em água quente semanalmente;</li>



<li><strong>Evite fumar e outros poluentes:</strong> tabaco, poluição do ar e odores fortes podem irritar as vias nasais. Evite também a exposição ao fumo passivo e minimize o uso de produtos com cheiros fortes.</li>
</ol>



<h4 class="wp-block-heading">Medidas de prevenção da sinusite</h4>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Mantenha-se hidratado:</strong> beba bastante líquido para ajudar a diluir o muco e promover a drenagem dos seios nasais;</li>



<li><strong>Também faça uso de umidificadores:</strong> especialmente durante meses de inverno ou em ambientes secos, os <a href="https://www.qualfarma.com.br/preco/umidificador" target="_blank" rel="noreferrer noopener">umidificadores</a> podem ajudar a manter as vias nasais úmidas;</li>



<li><strong>Evite fumar e outros poluentes:</strong> assim como na rinite, evitar fumo e poluentes é crucial para prevenir a irritação dos seios nasais;</li>



<li><strong>Mantenha suas vacinas em dia: </strong>principalmente a vacina da gripe, que ajuda a prevenir infecções que podem levar à sinusite;</li>



<li><strong>Faça lavagens nasais:</strong> a prática regular de lavagem nasal com solução salina pode ajudar a manter as vias nasais limpas e prevenir o bloqueio que leva à sinusite.&nbsp;</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Em ambos os casos, rinite ou sinusite, considere consultar um ou uma especialista para obter orientações personalizadas e tratamento adequado caso o seu problema seja crônico ou os sintomas sejam frequentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é pior: rinite ou sinusite?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A rinite e a sinusite são condições de saúde diferentes e avaliar qual condição é &#8220;pior&#8221; deve depender da severidade dos sintomas, da frequência das crises e do impacto que essas condições têm na qualidade de vida de uma pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer que seja a sua condição, rinite ou sinusite, tenha certeza que o tratamento adequado pode controlar os problemas e melhorar – e muito! – sua qualidade de vida. Dito isso, faça questão de procurar ajuda de um ou uma otorrinolaringologista ou profissional da saúde de sua confiança para entender como agir, ok? Esperamos ter ajudado!</p>


<div class="alignnone"><div id="sp_easy_accordion-1708537378"><div id="sp-ea-2744" class="sp-ea-one sp-easy-accordion" data-ea-active="ea-click" data-ea-mode="vertical" data-preloader="" data-scroll-active-item="" data-offset-to-scroll="0"><div class="ea-card sp-ea-single"><h3 class="ea-header"><a class="collapsed" id="ea-header-27440" role="button" data-sptoggle="spcollapse" data-sptarget="#collapse27440" aria-controls="collapse27440" href="#" aria-expanded="false" tabindex="0"><i aria-hidden="true" role="presentation" class="ea-expand-icon eap-icon-ea-expand-plus"></i> Referências bibliográficas:</a></h3><div class="sp-collapse spcollapse spcollapse" id="collapse27440" data-parent="#sp-ea-2744" role="region" aria-labelledby="ea-header-27440"> <div class="ea-body"><p></p><p><a href="https://bvsms.saude.gov.br/rinite/">https://bvsms.saude.gov.br/rinite/</a></p><p> </p><p><a href="https://bvsms.saude.gov.br/sinusite/">https://bvsms.saude.gov.br/sinusite/</a></p><p> </p><p><a href="https://www.scielo.br/j/jbpneu/a/NPCTmSJNLPW77nxBqB5bLRM/">Rinite alérgica: indicadores de qualidade de vida</a></p><p> </p><p><a href="https://www.scielo.br/j/jbpneu/a/KhkVKD69t7zymHZkWCmwGsr/?lang=pt">Rinite, sinusite e asma: indissociáveis?</a></p><p> </p><p><a href="https://www.scielo.br/j/rboto/a/MkRrVhXmnkxWb3WjmJGCYjH/">Variações anatômicas e sinusopatias: estudo por tomografia computadorizada</a></p><p></p></div></div></div></div></div></div><p>O post <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem/rinite-ou-sinusite/">Rinite ou sinusite? Guia completo para tirar essa dúvida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem">Blog Viva Bem por Qualfarma</a>.</p>
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		<title>O que é alopecia, condição que afeta homens e mulheres?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Kroll]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 09:07:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diferentes causas para a queda de cabelo têm nome: alopecia. Conheça tipos e possíveis tratamentos.</p>
<p>O post <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem/o-que-e-alopecia/">O que é alopecia, condição que afeta homens e mulheres?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem">Blog Viva Bem por Qualfarma</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Conhecida pela perda de cabelo, a alopecia é uma condição complexa que afeta inúmeras pessoas ao redor do mundo, transcendendo barreiras de idade, gênero e etnia. Com isso, para responder <strong>o que é alopecia</strong>, devemos considerar as diferentes facetas e manifestações que ela apresenta. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E é isso que vamos tratar neste artigo, buscando oferecer oferecer uma compreensão abrangente da alopecia, seus tipos e possíveis tratamentos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é alopecia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Capaz de afetar tanto homens como mulheres, <strong>a alopecia é uma condição em que ocorre ausência, perda ou rarefação de cabelo</strong> ou pelo em qualquer parte do corpo, de forma transitória ou definitiva. É mais comum de afetar o couro cabeludo e também pode ser chamada de calvície em alguns casos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferentes tipos e causas possíveis para a condição, tais como estresse, má alimentação e mesmo fatores genéticos, imunológicos ou hormonais. Seu tratamento deve ser indicado e realizado por médicos dermatologistas ou tricologistas, mas tudo vai depender do diagnóstico do tipo de alopecia encontrado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/marco/alopecia-entenda-mais-sobre-condicao-que-tambem-pode-afetar-as-mulheres">Ministério da Saúde</a>, os tipos mais comuns de alopecia são a alopecia areata e a androgenética. Mas não são os únicos.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais são os tipos de alopecia?&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais tipos de alopecia são:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alopecia androgenética;</li>



<li>Alopecia areata;</li>



<li>Alopecia difusa;</li>



<li>Alopecia por tração;&nbsp;</li>



<li>Alopecia cicatricial.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">O que é alopecia androgenética?&nbsp;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Também conhecida como calvície, é a forma mais comum de afinamento e perda de cabelo, tanto em homens quanto em mulheres. Geralmente é causada por fatores genéticos e hormonais. A queda dos fios evolui aos poucos.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é alopecia areata?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">É uma condição autoimune que causa a perda de cabelo em manchas, geralmente em áreas circulares do tamanho de uma moeda no couro cabeludo.&nbsp;Nesta condição, o sistema imunológico ataca por engano os folículos capilares.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é alopecia difusa?&nbsp;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">É o tipo caracterizado por uma perda aguda e generalizada de cabelo, resultando em uma redução na densidade capilar.&nbsp;No tipo difuso, o cabelo não desaparece completamente, mas torna-se mais ralo e escasso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema pode ser desencadeado por fatores como altos níveis de estresse, alterações hormonais, doenças crônicas, entre outros.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é alopecia por tração?&nbsp;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">É a perda de cabelo causada pela tração excessiva nos fios.&nbsp;Este tipo é comumente associado a penteados apertados, uso frequente de extensões capilares, tranças ou rabos de cavalo muito apertados.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é alopecia cicatricial?&nbsp;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">E por último, esse tipo de perda de cabelo ocorre quando há destruição dos folículos capilares, que são substituídos por tecido cicatricial. Existem várias causas para a alopecia cicatricial, de condições inflamatórias a até mesmo alguns tratamentos como a radioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda também <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem/o-que-e-micose/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o que é micose</a> e como tratar essa condição da pele.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é alopecia feminina?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que muita gente pensa, a alopecia também pode atingir as mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também conhecida como calvície feminina, essa condição faz com que as mulheres experimentem <strong>rarefação progressiva dos cabelos</strong>, resultando em afinamento e queda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No geral é um problema também causado por fatores genéticos e hormonais, mas é diferente da alopecia masculina e requer abordagens específicas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é bom para alopecia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para tratar a alopecia, <strong>é importante buscar orientação de um médico dermatologista ou tricologista</strong>, que poderá recomendar opções de tratamento adequadas com base no tipo e na causa específica da perda de cabelo. Alguns dos tratamentos comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Minoxidil: </strong>um medicamento tópico que pode ajudar no crescimento capilar em algumas formas de alopecia, incluindo a androgenética;</li>



<li><strong>Finasterida:</strong> um medicamento oral que pode ser prescrito para mulheres com a condição, ajudando a diminuir a queda de cabelo e a estimular o crescimento de novos fios;&nbsp;</li>



<li><strong>Corticosteroides:</strong> medicamentos tópicos que causam irritação leve para promover o crescimento dos fios de cabelo;</li>



<li><strong>Intervenções cirúrgicas ou estéticas:</strong> em alguns casos, transplante capilar ou terapias a laser podem ser considerados para tratar a perda de cabelo localizada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É crucial ressaltar que qualquer um desses tratamentos requer indicação e acompanhamento médico para serem eficazes e seguros.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, é fundamental adotar hábitos saudáveis, como uma dieta equilibrada, controle do estresse e cuidados adequados com os cabelos, sempre visando promover a saúde do couro cabeludo e dos fios.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a causa da alopecia?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O problema pode ser causado por diversos fatores e tudo vai depender do tipo de alopecia.&nbsp;As causas mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Predisposição genética e influência hormonal</strong>, no caso da alopecia androgenética;</li>



<li><strong>Ataque do sistema imunológico aos folículos pilosos</strong>, como acontece na alopecia areata;&nbsp;</li>



<li><strong>Tração excessiva dos fios</strong> devido a penteados apertados, como no caso da alopecia por tração;</li>



<li>Fatores como <strong>estresse</strong>, <strong>deficiências nutricionais</strong>, <strong>condições médicas subjacentes </strong>ou mesmo por <strong>efeitos colaterais de medicamentos</strong>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar que o diagnóstico preciso do tipo de alopecia é fundamental para o tratamento adequado, e deve ser realizado por um ou uma dermatologista ou tricologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeiros sinais de alopecia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os primeiros sinais podem variar entre homens, mulheres e crianças, mas geralmente incluem a <strong>perda e queda de cabelo perceptível</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em homens, a alopecia androgenética pode se manifestar com o afinamento do cabelo na região das têmporas e coroa, enquanto nas mulheres, o mesmo tipo pode causar rarefação difusa no topo da cabeça.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na areata, por outro lado, os primeiros sinais podem ser a formação de pequenas áreas sem cabelo no couro cabeludo. Já a de tração pode ser identificada pela perda de cabelo devido à tração excessiva nos fios, muitas vezes associada a certos estilos de penteados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todos os casos, é sempre importante buscar orientação de um profissional de saúde de sua confiança, dermatologista ou tricologista, para um diagnóstico preciso e um tratamento adequado.</p>


<div class="alignnone"><div id="sp_easy_accordion-1706634254"><div id="sp-ea-2601" class="sp-ea-one sp-easy-accordion" data-ea-active="ea-click" data-ea-mode="vertical" data-preloader="" data-scroll-active-item="" data-offset-to-scroll="0"><div class="ea-card sp-ea-single"><h3 class="ea-header"><a class="collapsed" id="ea-header-26010" role="button" data-sptoggle="spcollapse" data-sptarget="#collapse26010" aria-controls="collapse26010" href="#" aria-expanded="false" tabindex="0"><i aria-hidden="true" role="presentation" class="ea-expand-icon eap-icon-ea-expand-plus"></i> Referências bibliográficas:</a></h3><div class="sp-collapse spcollapse spcollapse" id="collapse26010" data-parent="#sp-ea-2601" role="region" aria-labelledby="ea-header-26010"> <div class="ea-body"><p><a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem">Link 1</a></p><p><a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem">Link 2</a></p><p><a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem">Link 3</a></p></div></div></div></div></div></div><p>O post <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem/o-que-e-alopecia/">O que é alopecia, condição que afeta homens e mulheres?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem">Blog Viva Bem por Qualfarma</a>.</p>
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		<title>O que é bom para pressão baixa? Confira orientações práticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Kroll]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 08:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem tendência à hipotensão? Conheça alguns cuidados básicos e desmistifique algumas crenças.</p>
<p>O post <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem/o-que-e-bom-para-pressao-baixa/">O que é bom para pressão baixa? Confira orientações práticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.qualfarma.com.br/vivabem">Blog Viva Bem por Qualfarma</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Embora frequentemente considerada menos perigosa do que a hipertensão, a pressão baixa – ou hipotensão arterial – requer atenção e manejo adequados para garantir o bem-estar de quem passa por isso. Neste artigo, desvendamos <strong>o que é bom para pressão baixa</strong> e exploramos algumas orientações práticas para lidar com o problema.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é bom para pressão baixa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De ajustes na dieta a estratégias de hidratação, muito do que é bom para evitar a hipotensão diz respeito a uma <strong>mudança no estilo de vida</strong>. Como por exemplo:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter uma dieta saudável;</li>



<li>Manter-se hidratado;</li>



<li>Praticar exercícios regularmente.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Além disso, há uma série de coisas que você deve evitar, tais como: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lugares abafados ou com grande concentração de pessoas;</li>



<li>Levantar rapidamente;</li>



<li>Bebidas alcoólicas e tabaco.&nbsp;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Se você tem tendência à hipotensão, portanto, é recomendado ter esse tipo de cautela. De qualquer forma, fazer acompanhamento médico para entender as razões da queda de pressão também é importante.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é bom para pressão baixa: sal ou açúcar?&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a recomendação de um pouquinho de sal embaixo da língua seja bastante recorrente no Brasil diante de um episódio de queda de pressão, não há evidências científicas que comprovem essa sugestão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O açúcar, por outro lado, até pode ajudar a aumentar a pressão se ela estiver relacionada à hipoglicemia, ou seja, um nível muito baixo de glicose no sangue.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que pareçam funcionar pontualmente, <strong>nenhuma dessas alternativas deve ser tratada como uma solução</strong> e menos ainda como uma espécie de tratamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo estudo sobre a <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/policy_brief_sodio_alimentos_processados.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redução do sódio em alimentos processados e ultraprocessados no Brasil</a>, o Ministério da Saúde cita que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda o consumo de até 5 gramas de sal por dia e até 50 gramas de açúcar de adição – tanto o açúcar de mesa como o adicionado a sucos industrializados, por exemplo – também por dia. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que devo tomar quando a pressão baixa?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No geral, o mais recomendado para uma queda súbita da pressão é<strong> tomar água ou suco de fruta</strong> em pequenos goles. A ideia, com isso, é aumentar o volume do fluxo sanguíneo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, é preciso entender as causas dessa queda de pressão e procurar atendimento médico caso os indícios de pressão baixa continuem por mais de 15 minutos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os indícios, estão alguns dos principais sintomas da hipotensão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fraqueza;</li>



<li>Tontura;</li>



<li>Visão turva;</li>



<li>Visão turva;</li>



<li>Suor frio;</li>



<li>Desmaio.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><br>O que é bom para aumentar a pressão rápido? </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além de tomar água, <strong>deitar-se e elevar as pernas </strong>também ajuda a aumentar o fluxo sanguíneo, redirecionando-o para coração e cérebro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que causa pressão baixa?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A hipotensão pode ser causada por razões como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desidratação;&nbsp;</li>



<li>Calor intenso;</li>



<li>Longo período de jejum;</li>



<li>Perda de sangue;</li>



<li>Problemas cardíacos;</li>



<li>Distúrbios endócrinos ou alimentares;</li>



<li>Efeito colateral de medicamentos;</li>



<li>Uso inadequado de medicamentos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ainda, a hipotensão arterial também pode ser um sintoma de uma série de outras doenças, como diabetes, por exemplo. Com isso, vale consultar um médico ou uma médica de confiança caso os episódios de queda de pressão se tornem recorrentes. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como acompanhar a pressão arterial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você tem tendência à hipotensão ou recomendações médicas em relação ao problema, pode ser importante ter um medidor de pressão em casa. Assim, você pode acompanhar a sua pressão de forma periódica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira algumas sugestões de aparelho: há opções de pulso e de braço. O segundo costuma ser mais preciso, mas ambas as opções são indicadas para se ter uma referência. Cuide-se!</p>


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